CONHEÇA O HOLISTIC TRAINING

O diferencial da Konnen Academia é ter excelentes parcerias. Uma delas é a Holistic Training, responsável pelo Método de Condicionamento físico, que utiliza técnicas de musculação, alongamento, em cima de uma plataforma vibratória, computadorizada.

A Holistic Training está instalada no piso térreo da Academia e a sala conta com um computador, uma plataforma vibratória, e instrumentos básicos de treinamento tais como: bolas, caneleiras, elásticos, etc…

O professor, um Personal Trainer, é quem dita a aula, que é muito dinâmica e focada na necessidade de cada um.

Assim começa a aula na Holistic: pernas flexionadas, bumbum e barrigas encaixados e ainda é preciso continuar firme na plataforma que vibra! O que não é nada fácil, mas o resultado é visível em muito pouco tempo. Em 8 sessões, o corpo está visivelmente mais durinho. E sabe aquela celulite que você não consegue se livrar……então, vai embora rapidinho.

Acreditem!!! Vale a pena experimentar.

Venha fazer uma aula experimental conosco! Ela é gratuita

Agende na recepção ou com o próprio professor.

 Agora, para sobreviver, leve uma garrafinha de água e prepare-se para 30 minutos de pura malhação.

Alunos Konnen tem Mega Desconto no mês de maio, venha conferir.

Plano Trimestral de R$ 190,00.

Aproveite esta promoção é só até o dia 31/05/2011.

Publicado em BEM-ESTAR, DICAS DE TREINOS, SAÚDE | Deixe um comentário

Jiu-Jitsu Paulista de Luto

Faleceu no ultimo final de semana o Mester Adilson Souza, Líder da equipe BONSAI JIU-JITSU, a qual o Können academia é afiliada. Mestre Adilson faleceu vitima de cancer o qual vinha fazendo tratamento de quimioterapia já a alguma tempo. Nós da Können Academia manifestamos nossos sentimentos ao Familiares e amigos.

“Mestre Adilson descase em paz”

OSS

Saiba mais osbre o Mestre Adilson acessando: http://www.bonsaijp.com/br/

Publicado em ALIMENTAÇÃO, BEM-ESTAR, CURIOSIDADES, DICAS DE TREINOS, SAÚDE | Deixe um comentário

EQUIPE FEMININA DE JIU-JITSU DA KÖNNEN

EQUIPE FEMININA DE JIU-JITSU DA KÖNNEN

Aqui na Können nossa equipe feminina é muito forte e conta com alunas aplicadas e dedicadas que com o auxílio do professor Maurício estão evoluindo a cada dia.

Então se você é mulher e gostaria de praticar um esporte que trabalha Corpo, Mente e Alma.

As aulas de Jiu-Jitsu acontecem nos seguintes dias e horários:

SEGUNDAS/QUARTAS DAS 19:00 ÁS 20:30

TERÇAS / QUINTAS DAS 12:30 ÁS 13:30

SEXTAS (TREINO SEM KIMONO) DAS 19:00 AS 20:30

Venha para nossa equipe de jiu-jitsu !!!

Publicado em BEM-ESTAR, DICAS DE TREINOS | Deixe um comentário

Exercício intenso provoca mais queima de calorias após treino ?

Estudo utilizou “câmara metabólica” para medir o gasto calórico.
Pesquisadora se surpreende com a quantidade de calorias queimadas após os exercícios.
 

Dependendo para quem se faz a pergunta, a resposta a esta questão tanto pode ser um dos maiores mitos dos exercícios físicos ou uma das grandes verdades menosprezadas: existe mesmo um efeito de queima de calorias adicionais após a malhação?

É uma questão antiga saber se o metabolismo acelera ou não durante horas após o exercício físico. O tema foi estudado pela primeira vez há um século e, ao longo dos anos, estudo após estudo, a ideia tem sido testada com resultados ambíguos.

Alguns pesquisadores não encontraram efeitos após o exercício. Outros relataram efeitos tão pequenos que mal eram perceptíveis –um deles descobriu que triatletas masculinos queimavam apenas entre 12 e 30 calorias a mais após se exercitarem. Já outros constataram até 700 calorias adicionais gastas depois de uma longa e exaustiva sessão de ginástica.

A última investida vem de uma investigação recente relatada pela publicação “Medicine & Science in Sports & Exercise”. A autora principal, Amy A. Knab, da Appalachian State University, afirma que seu estudo é superior aos anteriores em função de um projeto cuidadoso. E os resultados são boas novas mais ou menos.

Knab e seus colegas recrutaram dez homens, com idades entre 22 e 33 anos, que aceitaram passar dois períodos de 24 horas numa câmara metabólica, uma saleta que mede o gasto calórico de quem está dentro dela. Nem todos os homens eram atletas, mas precisavam ser capazes de pedalar uma bicicleta com vigor.

Na primeira visita à câmara, eles tinham de permanecer completamente parados, sentados numa cadeira e movendo apenas os músculos ligados à alimentação introduzida por meio de uma câmara de compressão. À tarde, eles podiam se alongar durante dois minutos por hora. Eles deveriam dormir às 22h30. Às 6h30, eram acordados e dispensados. Em média, os voluntários queimaram 2.400 calorias nesse dia totalmente sedentário.

A segunda visita à câmara acontecia dois dias depois. O processo era o mesmo, com uma exceção. Às 11h, eles pedalavam numa bicicleta ergométrica durante 45 minutos em alta intensidade.

O exercício em si queimou em média 420 calorias, segundo Knab e seus colegas. Só que o mais interessante eram as calorias gastas depois. Nas 14 horas seguintes, os homens gastaram 190 calorias adicionais, aumentando o gasto calórico em 37%. “Foi uma surpresa.” A pesquisadora achava que mais calorias poderiam ser queimadas, mas ela não esperava tantas nem por tanto tempo.

Ela suspeita que um dos motivos desse efeito tão pronunciado se deve ao fato de o exercício ser muito intenso. Os homens passaram por um ciclo de 70% da VO2 max, a quantidade máxima de oxigênio que a pessoa pode inalar durante o exercício –um esforço que os faz respirar forte demais para conversar. E eles precisavam manter essa taxa por 45 minutos.

Um estudo diferente, também usando a câmara metabólica, testou os efeitos do exercício moderado e não constatou a queima adicional. Nesse caso, os voluntários se exercitaram a 50% da VO2 max, nível que ainda permite uma conversação.

Claude Bouchard, cientista do Centro de Pesquisa Biomédica Pennington de Baton Rouge, Louisiana, investigou o efeito pós-exercício com métodos convencionais, usando bocal e protetor nasal ou uma espécie de capuz ventilado, para determinar o oxigênio inspirado e o dióxido de carbono exalado. A partir dessas medidas, os pesquisadores podem calcular as calorias consumidas.

Segundo Bouchard, eles descobriram que quando os exercícios são feitos da forma correta (e muitos não o são), calorias extras são queimadas horas após o esforço –mas somente quando os voluntários se exercitavam com a mesma intensidade e durante o mesmo tempo que as cobaias do estudo de Knab. Caso se exercitassem com intensidade maior ainda, queimariam ainda mais calorias.

Um livro recente que Bouchard e um colega editaram comenta dois estudos que constataram o efeito. Os pesquisadores descobriram que se os voluntários corressem a 70% da VO2 max ou pedalassem a 75% dela, eles poderia queimar entre 300 e 700 calorias adicionais depois do fim do exercício, embora 700 calorias fossem incomuns.

Não está claro por que calorias extras são queimadas depois de um período de exercício intenso, diz Bouchard. Parte do efeito pode se dever ao metabolismo energético após o exercício –o corpo começa a usar mais gordura e menos carboidratos na sequência de uma sessão forte de exercícios. Vários hormônios liberados durante o exercício permanecem elevados no sangue, acelerando o metabolismo. E as calorias adicionais podem ser consumidas quando o corpo reabastece o estoque de glicogênio, o açúcar armazenado nos músculos. Contudo, de modo geral, o efeito continua um mistério.

Seja qual for a causa, garantem os pesquisadores, as calorias adicionais queimadas após o exercício podem ajudar as pessoas a perder peso.

Infelizmente, quem pode perder maior quantidade de peso talvez sofra mais fazendo o exercício que gera a queima extra.

A diretriz usual para a saúde geral é de 30 minutos de exercício moderado na maior parte da semana, o que é possível para a maioria das pessoas e deve melhorar a saúde cardíaca, mesmo que não queime calorias a mais. Segundo Bouchard, “esse é o tipo de exercício moderado que nós recomendamos esse é o alvo”.

Por Gina Kolata
Do “New York Times”

Fonte: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/exercicio-intenso-provoca-mais-queima-de-calorias-apos-treino

Publicado em BEM-ESTAR, DICAS DE TREINOS, SAÚDE | Deixe um comentário

PROMOÇÃO DE PÁSCOA

Publicado em ALIMENTAÇÃO, BEM-ESTAR, CURIOSIDADES, DICAS DE TREINOS, SAÚDE | Deixe um comentário

Pesquisadores criam novo índice para calcular obesidade

Índice de Adiposidade Corporal (IAC) pode ser mais eficiente, afirmam pesquisadores.
Imprecisão do IMC se deve a não diferenciação entre gêneros e da idade do avaliado.
Folha.com

O Índice de Massa Corporal (IMC), usado para medir o grau de magreza ou obesidade de uma pessoa, tem quase 200 anos de idade e defeitos.

Oito pesquisadores liderados por Richard Bergman, da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, criaram “Um Índice Melhor de Adiposidade do Corpo”. Esse é o título do artigo científico em que descrevem o método, na revista médica “Obesity”.

O novo método chama-se Índice de Adiposidade Corporal (IAC) e usa uma equação e apenas duas medidas -a circunferência do quadril e a altura da pessoa- para chegar à porcentagem de gordura no corpo.

O método tradicional de calcular é obtido ao se dividir o peso da pessoa em quilos pelo quadrado de sua altura em metros. [veja ilustração]

O velho índice foi criado em 1832 pelo matemático e astrônomo belga Lambert Adolphe Jacques Quetelet (1796-1874). O Índice de Quetelet foi rebatizado de IMC em 1972, e depois adotado pela Organização Mundial de Saúde como um método simples de medir a obesidade.

Só para maiores

O IMC é impreciso, pois não leva em conta o sexo ou a massa muscular (mulheres têm mais gordura; e músculos pesam mais que gordura). Também não é adequado para menores de 18 anos.

Saber a prevalência de obesidade em uma população é importante em termos de saúde pública. Trata-se de fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e câncer.

Por exemplo: estudo com 24.508 pessoas de 45 a 79 anos, no Reino Unido, revelou que 1.708 homens e 892 mulheres desenvolveram doença coronária cerca de nove anos depois.

Homens com as maiores cinturas em relação aos seus quadris tiveram 55% maior chance de desenvolver a doença; entre elas, o risco foi 91% maior.

Bergman e colegas testaram várias equações para checar qual corresponderia melhor à realidade. Eles tinham a porcentagem de gordura no corpo de duas populações estudadas antes, uma de 1.733 americanos descendentes de mexicanos, outra de 223 afro-americanos.

A gordura tinha sido medida por uma técnica de raio-X, a DXA (sigla em inglês para Absorciometria de Raios-x de Dupla Energia).

A fórmula conseguiu prever com precisão a gordura corporal nos casos acima de 20%; nos casos de gordura de 25% a 30%, a precisão foi total, erro de 0% na estimativa. Apenas nos casos de adiposidade abaixo de 10% a equação não foi tão precisa, indicando um erro de 17,4% a mais de gordura.

“O número de pessoas estudadas ainda é pequeno para generalizar para a população mundial”, diz a brasileira Rosana Radominski, presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica). “O percentual de gordura é muito relativo.”

Entre o grupo de mexicanos-americanos, o porcentual de gordura medido pela técnica DXA variava de 8,7% a 61,2% da massa corporal. “Acima de 32% já há excesso, 60% vai ser sempre negativo”, afirma Radominski.

Os extremos em saúde não costumam ser positivos. “Mas o porcentual pequeno de gordura em um atleta com massa muscular grande não é ruim”, diz a médica; afinal, músculo pesa mais, e o atleta tem boa saúde geral.

Já em uma adolescente normal, esse mesmo porcentual de gordura pode significar que a garota está subnutrida e até incapaz de menstruar, com risco grave de desenvolver anorexia.

Os autores do estudo reconhecem que é preciso mais medidas e de diferentes populações para validar o novo índice.

Fonte:http://www.educacaofisica.com.br/noticias/pesquisadores-criam-novo-indice-para-calcular-obesidade

Publicado em CURIOSIDADES, SAÚDE | Deixe um comentário

Mesmo na infância é possível fazer exercícios de força, indicam pesquisadores

Revisão científica da revista americana “Pediatrics” apontam benefícios.
Veja o que é recomendado para cada faia etária.

Revista Época.com

Diz o senso comum que as crianças que exigem demais dos músculos ficam baixinhas, como as ginastas olímpicas, mas isso não é bem assim. Uma revisão científica recém-publicada pela revista americana Pediatrics mostrou que exercícios de força para crianças e adolescentes são benéficos e seguros – desde que sejam respeitadas as capacidades e limitações da idade. Estudos anteriores sugeriram que antes da maturação sexual não havia sentido em fazer exercícios de força, uma vez que a criança não teria produção suficiente de hormônios para impulsionar o crescimento dos músculos. Isso é parcialmente verdade. Por mais que se exercitem, crianças menores não ficam musculosas. Mas os pesquisadores já perceberam, também, que exercícios com pesos leves promovem ganho de força bem antes da puberdade. E não são prejudiciais. “Os riscos associados ao treino de força não são maiores que em outros esportes”, diz o pesquisador Avery Faigenbaum, professor de ciência do exercício em Nova Jersey. “A chave para um treino seguro é que haja supervisão qualificada, ambiente adequado e instruções de acordo com a idade.”

Antes disso, porém, cabe a pergunta: faz bem para a criança ficar mais forte? “Faz muito bem para a postura”, diz Lauri Blair, treinador de levantamento de peso do Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo. Blair, que já formou vários atletas mirins na modalidade, diz que o levantamento de peso trabalha força, potência, equilíbrio, flexibilidade e coordenação motora. E indica esse tipo de exercício para meninos e meninas. “Os movimentos são simétricos e não provocam torções no tronco, como outros esportes que as crianças praticam”, diz. Um de seus alunos, Tauan Carlos Leão Silva, de apenas 10 anos de idade e 30 quilos, parece ter nascido para levantar pesos. Em apenas dois meses de treinos diários, exibe uma técnica admirável para tirar do chão uma barra com anilhas de madeira com 20 quilos e erguê-la acima da cabeça. Diz que quer ser campeão como o pai, atleta da modalidade.

A Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME) recomenda que as crianças façam atividades físicas diariamente. Exercícios ajudam a prevenir obesidade e doenças cardiovasculares na vida adulta. Mesmo quando doentes, as crianças não devem ficar paradas. “São raras as contraindicações absolutas ao exercício”, diz um documento da SBME. Na adolescência, as atividades intensas que envolvam impacto são importantes para aumentar a massa óssea e reduzir o risco de osteoporose mais tarde. Ficar só na natação, portanto, não é uma decisão acertada, pois na água não há impacto. Mas o ideal é se exercitar sem exageros. Transformar a criança em atleta antes dos 10 anos é quase sempre um equívoco. “Uma rotina exaustiva de treinos dificilmente faz a criança feliz”, diz Ana Célia Osso, coordenadora do Centro de Aprendizagem Desportivo do Clube Pinheiros. Além disso, antes da puberdade o corpo ainda não manifesta seu potencial real. “As características genéticas que favorecem determinadas habilidades só se manifestam depois da maturação sexual”, afirma o fisiologista Paulo Zogaib.

Que atividade física as crianças deveriam praticar então? Se possível, todas, dizem os especialistas. Mas sem se especializar em nenhuma. “É importante que a criança crie memória motora”, diz Zogaib. Ela deve experimentar movimentos variados e adquirir habilidades diversas. A melhor maneira de conseguir isso é fazendo o que elas mais sabem: brincar.

Caminhar, correr, pular, lançar, chutar, esquivar-se, cair e se levantar, puxar e empurrar são movimentos naturais da criança – e extremamente importantes para seu desenvolvimento. Na Boobambu, uma academia infantil em Brasília, crianças de 6 semanas a 8 anos, separadas por faixa etária, brincam de exercitar o corpo. Clara Patriota, de 1 ano e 1 mês, faz aulas de ginástica para bebês desde os 7 meses, com a mãe, Gabryelle. Rampas, túneis e almofadas de formatos variados servem de obstáculos que as crianças transpõem. “Desde que ela estava na barriga eu a estimulo”, diz Gabryelle, psicoterapeuta musical. “Mas eu não poderia estimulá-la da mesma forma em casa. Aqui, o desenvolvimento dela é gritante.”

Fonte: http://www.educacaofisica.com.br/noticias/mesmo-na-infancia-e-possivel-fazer-exercicios-de-forca-indicam-pesquisadores

Publicado em BEM-ESTAR, CURIOSIDADES, DICAS DE TREINOS, SAÚDE | Deixe um comentário